Itabunense lucra com venda de espetos para churrasco
Nascido no interior de São Paulo e com passagens por montadoras de
equipamentos industriais de grande porte, ele resolveu buscar no Sul da
Bahia um ritmo menos agitado de vida. “Meu vizinho fabricava espetinhos
de forma artesanal, era demorado demais. Com um equipamento manual, ele
fazia de cinco a seis espetos por minuto. Tive a ideia de montar um
equipamento motorizado que me dava, neste mesmo tempo, 60 espetos”.
Adalberto convidou o vizinho para uma parceria e tornaram-se sócios
informais. Tempos depois, resolveram desfazer o negócio. Em 2010
Adalberto procurou o Sebrae e se formalizou.
Na função em que se define como “goleiro e atacante”, passou, além de
produzir sozinho, a comercializar os espetos entre vendedores ambulantes
e pequenas lojas de Itabuna. Hoje ele produz 10 mil espetos por semana.
E vende todos. “A formalização viabilizou o negócio”, destaca Michel
Lima, analista do Sebrae. “Foi possível ampliar o mercado e atender a
empresas estabelecidas na região, já que o empreendedor passou a emitir
nota fiscal”, completa.
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